Finalmente! (ou “O reclamão”)

Favor não reclamar! Isso eu mesmo faço!!!

Vi meus últimos posts sobre tradução e cheguei a uma conclusão bem simples: nossa, como eu reclamo! Tudo bem que todas as reclamações foram justificadas e, pelo tom daquilo que escrevi, eu estava numa maré de azar danada. Pegando trabalhos que não compensaram a dor de cabeça de tanta pesquisa, mudança e correção de coisas que deviam chegar muito melhores nas mãos do preparador.

Por isso, FINALMENTE, eu venho aqui para dizer que hoje estou bem satisfeito. Além de ter na fila de traduções dois livros deliciosos, estou preparando um livro atualmente que merece palmas. Não posso dizer o nome do livro, mas não deixarei de falar o nome da tradutora que me deixou tão satisfeito e esperançoso: Claudia Abeling. Tradutora do alemão, seu texto é bastante fluido, consegue manter a poesia onde é necessário e seguir os caminhos que a autora do livro percorreu, sem deixar o livro com aquela… “cara de tradução”. Com certeza, o livro não foi tarefa tranquila, autora bastante experimental, com uma prosa ríspida, mas ao mesmo tempo poética, um mergulho profundo na alma humana e naquilo que é o pior que já se pode inventar: as ditaduras, políticas ou não. Assim que o livro for publicado, escrevo algo aqui sobre ele.

Por motivos óbvios, a gente dá nome apenas aos bois premiados. Aos incompetentes é melhor o anonimato. Pois quem pode, fica. Quem não pode, logo tomba. Assim espero…

Sobre listas, comunidades e ajudas

A internet é um manancial. De coisas boas e de coisas ruins. De gente dedicada e de gente folgada. Não é à toa que é considerada um simulacro do mundo real, onde também há tudo isso. A dar com o pau, diga-se de passagem.

E como aqui falamos de tradução e outras maluquices, algo tem me incomodado bastante nas “famosas” listas e comunidades de tradutores. Na verdade, várias coisas me incomodam nessas listas. Elas são úteis, as pessoas sabem onde encontrar os tradutores e os tradutores podem trocar ideias. Ao menos essa é a intenção, a finalidade primeira desse tipo de lista. No entanto, na realidade, não é isso que acontece em grande parte delas. Festival de brigas de foice, impropérios e discussões intermináveis e inúteis grassam nesse tipo de lista. Para usar a palavra da moda, o bullying contra os iniciantes é um fato e até mesmo contra participantes que já estão galgando degraus na carreira, mas ainda não tem todo o conhecimento do mundo, como muitos nessas listas pensam que têm. Infelizmente, a imagem refletida nessas listas é a de profissionais ferozes, extremamente competitivos, pouco dispostos a ajudar quem quer que seja.

A não ser algumas pessoas que, no fundo, não mereciam ajuda. Desculpem pela franqueza, mas a cara de pau de algumas pessoas me incomoda sobremaneira. Pedir ajuda é uma coisa, trepar nas costas dos colegas para conseguir algo é outra totalmente diferente.

E a ingenuidade maldosa (já explico o paradoxo) de outras pessoas também me deixam bem chateado.

Aprendi quando criança que, quando se ajuda alguém, não se alardeia. Muito menos se tripudia sobre a dificuldade alheia. Menos ainda se você ajudou naquele momento, mas pode precisar de ajuda na próxima esquina. E o que vi ocorrer no mundo virtual tradutório dias atrás me deixou com nojo. A pessoa ajuda a outra num lugar, aparentemente com toda a boa vontade, e desce o sarrafo na tal pessoa em outro canto internético, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Não tenho relação com nenhuma das duas pessoas, nenhuma ligação, mas me deu pena da primeira e (mais) raiva da segunda.

Essa não é a imagem que quero para mim. Não coaduno com esse tipo de coisa, abomino. Espero que os colegas me entendam e aqueles que ainda pensam que maltratar o próximo vai ajudá-lo de alguma maneira, repensem e relembrem sua época de iniciante. Basta isso para que talvez haja uma mudança. E volte a ser um prazer participar desse tipo de lista.

A rede de segurança

Pelas tantas da minha leitura atual, O complexo de Portnoy, de Philip Roth (Cia. das Letras, excelente tradução de Paulo Henriques Britto), a personagem Alex, desabafando com o terapeuta suas agruras com a família, comenta que seu pai pensa a todo o momento nas “redes de segurança” que as pessoas devem ter durante a vida e não têm. Essa necessidade de segurança (o pai dele é corretor de seguros) é um dos elementos que fazem com que Alex busque o terapeuta para entender seus antagonismos, sendo ele um advogado bem sucedido e, ainda assim, infeliz.

Pensei muito nessas redes de segurança. E na nossa profissão-perigo.

Nós também temos uma rede de segurança (ou várias). Essa rede precisa trazer segurança ao tradutor e ele precisa ter em mente que essa rede não deve de forma alguma levá-lo à negligência. Por isso, deve ser um exímio acrobata, conhecer a corda na qual ele fará suas peripécias e dominar seus recursos como ninguém. Quase chover no molhado, essa história de entender do riscado, mas cada vez mais vejo como as pessoas não dão valor à própria profissão. Pessoas que se dizem tradutoras e se arvoram o direito de ensinar o Padre Nosso ao vigário. Que exigências fazer ao cliente se a contrapartida manquitola em frases mal escritas, imprecisões vocabulares e terminológicas?

“Vou fazer aqui qualquer coisa e a rede que me segure – o revisor, o preparador ou seja lá quem for.”

Ninguém é perfeito, nunca será. Erros acontecem. Há pouco, soube de um num livro que traduzi, quase morri de catapora. Apesar de o erro não prejudicar a compreensão do todo e a pessoa que achou o tal erro ter elogiado a tradução, me doeu como se todo o livro estivesse errado. Mas quando a gente vê um texto que simplesmente não foi bem tratado, que não houve interesse por parte do tradutor em pesquisar o melhor termo, o ritmo e todas as outras coisas que já sabemos (ou deveríamos saber) ao botar a mão na massa, nem nada disso, dá tristeza. Pelo desrespeito ao profissional que eu custei anos para admitir ser, por me chamar tradutor e saber que tantos que trazem o mesmo nome no peito não deveriam fazê-lo, não com tanta empáfia.

Perdoem o desabafo. Poucas coisas me tiram do sério. Uma delas é a falta de compromisso, não com uma pessoa, mas com uma classe inteira de profissionais.

Sentir a tradução

Foto da Deutschlandradio.de - Kultur (http://www.dradio.de/dkultur/sendungen/thema/1149150/)Agora que já está publicado, posso falar sobre um dos livros que traduzi no início deste ano, mas não com o intuito de fazer um jabá básico, mas para comentar algo que todos os tradutores devem sentir em maior ou menor medida durante a tradução. Não é sono, nem tédio, nem cansaço, coisas normais durante textos mais longos como um livro. Mas aquele envolvimento que a gente nunca imagina quando inicia uma nova empreitada dessas, que pode envolver diversos sentimentos: raiva, tristeza, ódio, alegria… mais uma loucura das nossas aventuras tradutórias.
Posso dizer que me diverti muito ao traduzir Sincero – a história real e bem-humorada de um homem que tentou viver sem mentir (Verus Editora), do jornalista alemão Jürgen Schmieder. Este livro caiu nas minhas mãos quase por acaso, após eu ter declinado por conta do prazo (sempre ele, merece um post no futuro) um outro livro. Eis que o retorno da minha recusa foi este livro divertidíssimo pela mesma editora, o que vejo hoje como uma troca muito feliz. Quando li o índice do livro já tive a primeira certeza: vou rir com este livro. E não deu outra, me peguei muitas vezes gargalhando entre uma frase e outra, entre uma história e outra desse jornalista maluco que resolveu passar a quaresma sendo sincero com tudo e com todos, doesse a quem doesse. Vivi com esse cara durante uns três meses, enlouquecido com outro alemão (o Domscheit-Berg, do Wikileaks), e compartilhei meu texto com ele para que o cara falasse em português de suas desventuras engraçadas.
Mas também me emocionei, claro. Não vou dar uma de spoiler aqui, mas há um trecho que com certeza vai deixar quem lê-lo incomodado. E quando me peguei emocionado, traduzindo com aquela dorzinha no coração, lembrei de uma palestra da profa. Viviane Veras no V CIATI, na qual ela comentou sobre intérpretes que precisavam fazer intermediações entre criminosos e vítimas em guerras africanas. Não há maneira de ser imparcial num caso desses, em quase nenhum caso no qual as palavras, sentimentos e ações passam pelo crivo de nosso cérebro. Ou seja, tradução é antes de mais nada interpretação na maior parte das vezes (se não sempre) e nós estamos ali, a cada palavrinha pensada, refletida e processada, até o texto final.
Acredito que por isso dê aquela pontinha boba de orgulho quando vemos o livrinho nas prateleiras das livrarias…

A guerra das máquinas no mundo da tradução

Por acaso, hoje me caíram na mão duas mensagens sobre tradução automática (oi, Google Translate, já ouviu falar?), uma pessimista (ou sensacionalista com intenção de chamar público para uma palestra) e outra otimista. Por motivos éticos, me abstenho de identificar a primeira, digo apenas que tinha algo a ver com tradutores dizimados pelo poder dos programas de tradução automática. A segunda veio na edição de março de 2011 da ATA Chronicles, revista da ATA (American Translators Association) e esclarece alguns pontos sobre tradução automática e um deles já era previsto: ela está cada vez melhor. Ao colocar um texto sem muitas elocubrações num tradutor automático (e o mais preciso de acordo com os testes feitos pelo autor do artigo, Grant Hamilton, é o Google Translator), podemos conseguir um texto legível, muito diferente do que há pouco essas ferramentas produziam. Um ajuste aqui, outro ali e voilá, temos um texto razoável. O teste foi feito do francês para o inglês, idiomas com estruturas parecidas, mas diferenças vocabulares imensas e, mesmo assim, ele se saiu bem. Então, será que viraremos grandes revisores do que as máquinas executarem? Não é bem assim, como também comenta Hamilton. Prova disso é a tradução que ele apresenta, feita por uma pessoa de carne, osso e loucuras, que consegue transformar o texto asséptico, traduzido quase como um decalque (palavra por palavra), numa frase criativa. E esse é o ponto que ele chegou e no qual quero chegar: a criatividade. Coisa que por enquanto apenas os humanos (nem todos, diga-se de passagem) possuem e utilizam (novamente, nem todos) para se sobressair à rapidez e precisão da máquina. E qual é o segredo para o cultivo dessa criatividade? Não tem muito segredo além da dica de Grant Hamilton, nenhum segredo para quem está no ramo da tradução, que deve obrigatoriamente fazer parte da vida do tradutor: leitura, leitura e muita leitura no texto fonte e, principalmente, no texto alvo de tudo que você puder. Tudo que seja útil para despertar em você novas noções e soluções de escrita, estudo profundo do idioma alvo é outra coisa imprescindível, mas não apenas em sua norma culta e bela, mas nos seus desvios e desmandos, pois é disso que o ser humano é em grande parte feito. Saber impecavelmente para poder pecar, conhecer meandros e reentrâncias do corpo da língua, cada dobrinha deve ser devassada para que você possa ousar. Dica velha, mas que é válida e necessária para que as teorias do caos alardeadas alhures não acompanhe você nos seus sonhos e se tornem pesadelos.

PS.: Aos poucos vou transformar este blogue num portfólio apenas. Mas o blogue não vai acabar, já estou preparando surpresas (é, eu não sossego mesmo).

Passa no Google Translator…

Todas as vezes que faço uma entrevista, sempre tento manter a pergunta aos tradutores sobre o que eles acham da visibilidade (nada a ver com o conceito venutiano ou bermaniano de visibilidade, ok?) dos tradutores hoje em dia e as respostas, em geral, são bastante otimistas. Também tento manter o otimismo com relação à compreensão que as pessoas têm sobre nossa profissão, sobre o que fazemos e como nosso trabalho vai além daquilo que antes se pensava do tradutor: aquele que faz um bico, que sabe dois idiomas e pronto etc.

Esse otimismo enfraquece quando recebemos propostas como a que segue:

Era uma segunda-feira fria em São Paulo:

“Oi, para quanto você faria essa tradução de zilhões de palavras do alemão para o português? É para publicar na XYZ.”

“Ah, de acordo com a minha agenda, poderia fazer para daqui 15 dias.”

“Mas eu preciso para quarta-feira. A próxima quarta.”

“Ah…”

Minha vontade era dizer:

“Então joga no Google Translator, passa um corretor rapidinho e se prepare para a dor de barriga quando seus leitores pegarem o texto.”

Parece que muitas pessoas pensam que tradutor é máquina copiadora bilíngue. Entra de um lado em polonês e sai do outro em tailandês em um clique. Ou pensam na necessidade de tradução apenas quando o prazo do projeto já está pra expirar, lembram que algo precisa ser traduzido e não querem saber o quanto demanda essa atividade. E, em contrapartida, muitos tradutores e agências fazem loucuras por preços bem camaradas e são tomados como padrão. Talvez seja hora de os tradutores profissionais e conscientes mostrarem para as pessoas que Google Translator é quebra-galho (como já disse há uns dias aqui) e que tradutor de verdade precisa de tempo para fazer um bom trabalho.

Ou alguém chega numa ótica e pede: “Olha só, queria um óculos para amanhã, pode ser?” Pode até pedir, mas raramente terá o que realmente precisa em 24 horas.

PS.: Por motivos de força maior (leia-se, desleixo deste blogueiro que vos escreve), a seção “Conversas entre Tradutores” volta na próxima semana.
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Tradutores?

Hoje em dia, a maioria das visitas no meu blogue vem de tradutores ou de amigos de tradutores ou de gente que gosta de literatura e tradução. Essas pessoas, ao menos é o que espero, sabem ou têm ideia sobre o que o tradutor faz. Porém, muita gente não tem muita ideia ou sequer noção quem são os tradutores e como funciona o mercado de tradução. Vou tentar aqui, de forma resumida, dizer quem somos nós e, mais ainda, o que não somos:

1. Tradutor é ser humano. O resto é quebra-galho.

2. Tradutor usa computador, come, bebe, veste, paga conta e faz tudo que você faz.

3. Tradutor sua a cabeça e, muitas vezes, a camisa também.

4. Tradutor não é só de livro. Ou você acha que o manual do seu celular foi feito em português?

5. Tradutor é necessário, apesar das vozes contra essa fato. E não um mal necessário.

6. Saber uma língua estrangeira e ir pra Disney algumas vezes não faz de você um tradutor. Muitos ótimos tradutores nunca saíram de seu Estado natal.

7. Tradutores também tem teoria. E ela não deve ser ignorada.

8. Tradutor precisa ser lembrado também quando faz um bom trabalho. Afinal, somos humanos, comemos, bebemos e também gostamos de elogio, como você também gosta.

9. Tradutor trabalha muito. Às vezes mais do que o normal. E discutir gramática, terminologia, estudar e afins também é trabalho.

10. Tradutor nunca está sozinho, como muitos pensam. Ainda mais nos dias de hoje, com internet e afins.

Espero que esses dez pontos bem (ou mal) humorados tenham cumprido sua missão. E da próxima vez que ler um livro estrangeiro (o nosso nome fica em geral na página de rosto, viu?) ou pegar o manual de um eletrônico, lembre-se: nós estivemos por ali.

Dia dos Tradutores, dia de Conversa entre Tradutores

Qual o melhor presente para o tradutor? Muitos dirão que é um dicionário, outros dirão que é um computador novo, haverá ainda aquele que dirá que nem sabiam que o dia do tradutor caía no dia da secretária.

Na minha opinião, o melhor presente para um tradutor é o respeito. Respeito daqueles que a todo o momento estão com traduções diante dos olhos (ou seja, praticamente todo mundo), daqueles que contratam tradutores e intérpretes para ser a sua voz naquele momento importante. Daqueles que dia após dia leem traduções que provavelmente foram suadas, buriladas à exaustão por diversos profissionais, estando o homenageado deste dia no início do processo. Respeito de outros tradutores, respeito. Uma pessoa, quando eu estava bem no comecinho das minhas incursões na tradução do idioma alemão, me deu um abraço de colega, apesar dos tantos anos de estrada com os quais já contava. De forma implícita, tornou-se minha madrinha tradutória. Teve respeito por aquele menino que ainda dava os primeiros passos na profissão. O nome dela é Clara Azank e com ela que bato meu papinho de hoje, no Conversa entre Tradutores. É só clicar aqui.

Parabéns, a toda(o) aquela(e) que tem a ousadia de ser tradutor(a) de verdade.

Imagem: São Jerônimo em seu estudo, de Marinus Claeszoon van Reymerswaele (1490-1546), pintor holandês, com uma montagenzinha bem tosca de minha autoria.

Par perfeito: literatura e tradução

Acho, também, que fui ajudado pelo fato de ter estudado línguas estrangeiras desde muito cedo e de ter sido desde cedo fascinado pela tradução. Se não fosse escritor, seria tradutor. Aliás, fui e ainda sou; às vezes, traduzo para a Unesco.

A tradução me fascina como trabalho paraliterário ou literário de segundo grau. Quando uma pessoa traduz, quer dize,r quando não é responsável pelo conteúdo original, seu problema não são as ideias do autor – ele já as colocou ali. O que essa pessoa tem que  fazer é traduzi-las, e então os valores formais e os valores rítmicos que estão latentes no original passam a ocupar um primeiro plano. Sua responsabilidade é traduzi-los, com as diferenças que existam, de um idioma para o outro. É um exercício extraordinário do ponto de vista rítimico.

Se eu fosse uma pessoa de dar conselhos, diria a um jovem escritor que tenha dificuldades de escrever para deixar de escrever por um tempo por conta própria e passar a traduzir a boa literatura; um dia ele se dará conta de que está escrevendo com uma fluidez que não tinha antes.

(Conversas com Cortázar, de Ernesto Gonzáles Bermejo, tradução de Luís Carlos Cabral, Jorge Zahar Editor.)

Acredito que estou no caminho certo…

Tripla Conversa entre Tradutores

E hoje são três que alegram a nossa Conversa de toda quarta-feira. Já falei aqui da iniciativa deles, o TradCast, primeiro podcast brasileiro sobre tradução. São eles: Claudia Mello Belhassof, Érika Lessa e Marcelo Neves. No TradCast eles fazem as entrevistas e comentam sobre o dia a dia de tradutores e intérpretes que são incansáveis na feitura dessa ponte mais que necessária entre culturas. Aqui eles respondem às perguntinhas do Conversa entre Tradutores.

Essa é a 15ª entrevista. Queria aqui agradecer a todos os participantes até agora e dar as boas-vindas aos que virão. Além disso, também estendo esse muito obrigado aos leitores que, comentando no blogue ou pessoalmente, me animam cada vez mais a continuar com esses bate-papos tão despretensiosos. Espero que estejam curtindo de verdade como eu estou.

Quem quiser ver os anteriores, dê uma passeadinha ali em cima. Até a próxima quarta!