Olá pessoas,
Apesar da sumida, não esqueci do blogue não. Uma correria danada nesses últimos dias me impediu de escrever, correria que levou a um esvaziamento da cabeça e da vontade de escrever. Apesar de ver que as visitas continuaram acontecendo em grande quantidade (obrigado a todos que visitaram nesses tempos de penúria textual), não consegui parar para fazer um texto decente.
Deixemos a choradeira de lado e vamos ao que interessa:
¬ As Conversas entre Tradutores por enquanto ficarão suspensas, fim de ano, todo mundo enlouquecido. Mas pretendo voltar com elas no próximo ano;
¬ Penso em algumas coisas divertidas para colocar aqui, que paulatinamente aparecerão. Dicas e sugestões são bem vindas, sempre;
¬ Sandra, do Paraná, não esqueci de você não. Nos falamos em breve;
¬ Hoje começa a Balada Literária, um dos grandes eventos de literatura de São Paulo, capitaneado por Marcelino Freire. A homenageada deste ano é Lygia Fagundes Telles que estará daqui 1h00 (às 11h00) na Livraria da Vila da Fradique Coutinho, sendo entrevistada por Nelson de Oliveira e Mona Dorf;
¬ Amanhã, 19.10, haverá Balada Literária no Goethe-Institut: lançamento do livro Parte da Solução (Ed. Estação Liberdade, trad. de Marcelo Backes)*, de Ulrich Pelzer, com presença do autor alemão que baterá um papo com Hugo Gurowitz, editor da revista Época. Estarei lá, com absoluta certeza. Apareçam!
¬ Hoje também é o lançamento do livro “Minha mãe se matou sem dizer adeus”, de Evandro Affonso Ferreira (Ed. Record), na Livraria Cultura – Editora Record, ali no Conjunto Nacional. Comento esse lançamento, pois o título me impressionou sobremaneira. Quero muito lê-lo;
¬ Faltam 8 páginas para eu terminar minha epopeia tradutória dos últimos três meses. E já tem outra engatilhada. Quando forem lançados, eu anuncio por aqui;
¬ E vamos que vamos.
Grande abraço e obrigado pela força, sempre.
* Participei como preparador/copidesque do livro Parte da Solução, um trabalho do qual me orgulho demais. Por isso merece comemoração. Uma cervejinha e um Prost, amanhã, no Goethe!
Há cinco anos, Marcelino Freire e sua turma realizavam a primeira Balada Literária. Com muita batalha, a festa da literatura tornou-se um evento importante no calendário cultural da cidade de São Paulo, trazendo para a capital gente do Brasil todo interessada em ouvir grandes mestres da literatura, conhecer gente bacana, transitar pelo evento e aproveitar as baladinhas que ocorrem aqui e ali durante os eventos.