Lançamento…

Agora é o meu que venho anunciar aqui.

Como comentei aqui e até abri um blog para tanto, vou lançar meu livro Réquiem: sonhos proibidos. Será no dia 23 de junho de 2012, das 17h30 às 21h30, no Espaço Terracota Editora (Rua Lins de Vasconcelos, 1886, Vila Mariana – mapa aqui; para marcar sua presença no Facebook, clique aqui). Vejam abaixo o texto da divulgação e, logo que o e-flyer ficar pronto, boto aqui pra todo mundo.

O que você faria se não pudesse mais sonhar?

“A química do Réquiem estava em sua corrente sanguínea, não havia com que se preocupar, pensou. Sua mãe dissera, não precisava temer. Rolou na cama algumas vezes, ligou o abajur para tentar ler um pouco na sua multitela, mas não conseguia se concentrar. Até que finalmente adormeceu. E teve um sonho.” (Trecho do livro)

O sonho proibido. A extrapolação da sociedade da informação. A necessidade de ter de volta a capacidade de ser livre de verdade. Em Réquiem: sonhos proibidos, Ivan é um homem normal, sem muitas aspirações na vida, até que recebe uma carta do Governo Mundial: todos seriam obrigados a ingerir uma droga inibidora do sonho. A partir deste momento, seu destino está traçado, mas as linhas não são claras.

Espero vocês todos lá, hein?

Abraço e logo divulgo o lançamento também em BH.

Jornada de Tradução e Línguas da UGF

Para quem estiver no Rio de Janeiro nos dias 25 e 26 de abril, a Universidade Gama Filho realizará a Jornada de Tradução e Línguas no campus Candelária, Auditório 1, na Av. Presidente Vargas, 62 – sexto andar.

Vejam abaixo a programação:

Palestras na USP

A FFLCH, por meio do Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia (CITRAT), sempre organiza palestras gratuitas sobre tradução. São os Ciclos de Palestras sobre Tradução, em geral realizados às sextas-feiras. Neste mês há duas palestras (veja abaixo), sempre muito interessantes. Uma das palestras que vi foi da famosa Mona Baker, estudiosa de tradução conhecida mundialmente por seus livros e pesquisas.

Não é necessário se inscrever, é só chegar. Vejam informações abaixo:

PENSANDO A TRADUÇÃO À LUZ DE O NINHO VAZIO, DE DANIEL BURMAN, E CÓPIA FIEL, DE ABBAS KIAROSTAMI

Profa. Dra. Maria Clara Castelhões de Oliveira

Pretendo discutir nesta palestra questões de tradução, literatura, ética e cultura a partir dos filmes O ninho vazio (2009), do argentino Daniel Burman,  e Cópia fiel (2010), do iraniano Abbas Kiarostami. Primeiramente, traçarei uma analogia entre o tipo de postura de Burman e aquela que considero a mais adequada ao tradutor de textos literários na cena pós-moderna. Para tanto, também lançarei mão de dois contos que têm tradutores como protagonistas:  ”O tradutor cleptomaníaco”, de Dezsö Kosztolányi, e “Notas ao pé da página”, de Moacyr Scliar. Em seguida, utilizarei o filme de Kiarostami para discutir, principalmente, o lugar das reproduções, entre as quais se encontram as traduções, perante seus originais.

Dia 13 de abril, às 14h, na Sala 170 do Prédio de Letras, FFLCH-USP (Av. Luciano Gualberto, 403, Cidade Universitária).

A LITERATURA RUSSA NO BRASIL – UMA HISTÓRIA DE SUAS TRADUÇÕES

Bruno Barretto Gomide (DLO-USP)

Nesta palestra apresentarei um panorama histórico das traduções de literatura russa no Brasil, começando pelo fim do século XIX, marcado pela hegemonia das edições francesas, passando depois pela “febre de eslavismo” dos anos 30, os vários projetos editoriais do Estado Novo, a atividade de Boris Schnaiderman a partir de fins dos anos 50 e chegando ao intenso processo de traduções do último decênio.

Dia 20 de abril, às 14h, na Sala 260 do Prédio de Letras, FFLCH-USP (Av. Luciano Gualberto, 403, Cidade Universitária).

Agora vai: “Réquiem: sonhos proibidos”

Minha gente, são tantas emoções.

Réquiem: sonhos proibidos, meu primeiro romance, está no forno. Foi um parto relativamente rápido e agora ele está em observação. Mas logo ele estará certinho e será lançado.

Para celebrar, montei mais um blog (o qual espero alimentar com mais frequência) para dar notícias sobre o primeiro filhote literário. Para acompanhar, clique aqui.

A primeira vez…

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Tenho que admitir o chavão: a primeira vez a gente nunca esquece. Foi no V Prática da Escrita, como eu já disse aqui, que tive minha estreia como palestrante. Ou mediador de bate-papo. Sei lá, sei que conversei bastante com o povo que compareceu, os poucos e bons que abdicaram de sua tarde de sábado para ouvir uma interminável (quase três horas) cantilena sobre tradução. Um assunto pelo qual (vocês já devem ter percebido) sou apaixonado e falo durante horas a fio sem nem ficar com a garganta seca. Foi bastante proveitoso para mim conversar com gente experiente, gente apenas interessada no assunto, gente que está começando seu caminho nas veredas tradutórias e gente que foi só mesmo para me ver, estar ali comigo, me acompanhar de perto, como em todos os momentos.

Por isso, este post serve para agradecer aos participantes, não apenas da minha oficina, mas das oficinas do Kizzy Ysatis, do Marcelo Maluf e do Bruno Cobbi que ajudaram a deixar nossa tarde de sábado mais feliz.